Economistas apoiam Francisco Lopes<br> à Presidência da República
O povo português enfrente, há demasiados anos, uma situação de agravamento das condições de vida, de aumento do desemprego e da precariedade, de falências e encerramento de empresas, de acentuação das injustiças e desigualdades, de incremento da dependência externa e perda de soberania.
Ao contrário do que alguns dizem a crise económica e social não resulta de qualquer inevitabilidade ou da incapacidade dos portugueses, antes de opções políticas ao serviço de uma minoria privilegiada.
Estes mais de 30 anos de política de direita destruiu capacidade produtiva, fábricas e campos, abateu navios e embarcações de pesca, arrancou árvores de fruto, acabou com culturas e empobreceu o interior, privatizou serviços e empresas estratégicas, serviu interesses financeiros e especulativos, recuperou e enriqueceu grupos económicos e financeiros.
Política de direita que garantiu a concentração e centralização capitalista através de um modelo de produção manufactureira de reduzido conteúdo tecnológico, de elevada e intensa utilização de mão-de-obra barata e pouco qualificada, no favorecimento dos sectores não transaccionáveis, nomeadamente na construção e imobiliário, sectores financeiros, energia e grande distribuição e na crescente financeirização da nossa economia.
Uma política económica característica de um país periférico e dependente que garante elevadas remunerações ao grande capital multinacional e transnacional. E que assumiu, no processo de integração económica e monetária da União Europeia, o papel de submissão de Portugal aos interesses do grande capital e do directório das grandes potências.
Os economistas apoiantes da candidatura de Francisco Lopes à Presidência da República confiam no futuro do País e na força e capacidade criativa e produtiva do povo português.
Defendemos a necessidade de uma ruptura com o actual rumo de desastre nacional. Defendemos a exigência e a possibilidade de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril, que responda às principais necessidades e desafios de desenvolvimento de Portugal, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição da República.
As eleições presidenciais de Janeiro de 2011 são uma oportunidade e um momento decisivo no desenvolvimento da luta para uma profunda mudança na vida nacional que defenda o emprego, o aparelho produtivo, combata as injustiças e garanta a soberania e independência de Portugal.
Acácio Dores
Adelino Carmona
Albino Valdemar Madureira
Ana Catarina Almeida
Ana Filipa Matos Bonita
Ana Oliveira
Ana Paula Oliveira Costa
André Filipe Lopes
Ângelo Gaspar
António Francisco Lourenço
António José Godinho
António Luís Pimenta Dias
António Manuela Conceição Henriques
António Pombinho
António Rosa Zózimo
Arminda Maria Pais Madeira
Cândido Capela
Cardão Pito
Carlos Alberto Picanço Santos
Carlos Carvalhas
Carlos Manuel Revés
Catarina Morais
Cipriano Ricardo
Duran Clemente
Elsa Pedro
Ernesto Rocha Neto
Fernando Marques
Francisco Malhão
Gabriel Pires
Gilberto Duarte
Gonçalo Rocha Neto
Irina Revés
Isabel Dias Lourenço
Isabel Silva
Jacinta Ricardo
Jerónimo Teixeira
João Coutinho Duarte
João Garra
João Manuel Raimundo Machado
João Morais Cabral
João Ribeiro
Jorge Figueiredo
José Alberto Lourenço
José Duarte Silva Sesinando
José Maia
José Moreira Teixeira Vieira
Josué Caldeira
Leandro Guilherme
Mª Antónia Figueiredo
Mª Emília Silva Cipriano Barão
Mª Graça Candeias
Mª Manuela Santos
Mª Manuela Veredas Filipe
Mª Olívia Carneiro Ferreira
Manuel Batista Figueiredo
Manuel Maria Libério Coelho
Márcia Alexandra C.
Octávio Teixeira
Pedro Canário Barreiro
Pedro Jorge Marcelino Ferreira
Pedro Ramos
Ricardo Jorge Ciriaco Silva
Ricardo Oliveira
Rui Ferrugem
Rui Manuel Pablo
Sandra Margarido
Sérgio Ribeiro
Sérgio Silva
Teresa Silva Pinto Cadinha
Tiago Cunha
Valdemar Quaresma
Victor Paulo Gomes da Silva
Zulmira Ramos